A UE tem algumas das normas ambientais mais exigentes do mundo. A política ambiental europeia contribui para tornar a economia da UE mais respeitadora do ambiente, proteger a natureza e salvaguardar a saúde e o bem-estar dos cidadãos europeus.
É possível proteger o ambiente e, simultaneamente, manter a posição competitiva da UE no mercado mundial. A política ambiental pode desempenhar um papel determinante na criação de postos de trabalho e no incentivo ao investimento. O «crescimento verde» implica estratégias integradas para o desenvolvimento de um quadro ambiental sustentável . A introdução e a exportação de inovações ambientais reforçam a competitividade da Europa e melhoram a qualidade de vida dos cidadãos. A equidade é fundamental em todo este processo.
A natureza é o sistema que sustém a vida na Terra , pelo que temos de a tratar com todo o cuidado. Partilhamos recursos como a água, o ar, os habitats naturais e as espécies que neles vivem, e também dispomos de normas ambientais comuns para os proteger.
A Europa está empenhada em proteger estes recursos naturais e por termo ao declínio das espécies e habitats ameaçados. A Natura 2000 é uma rede de 26 000 sítios protegidos que cobre perto de 20 % do território continental da UE, onde atividades humanas sustentáveis podem coexistir com espécies e habitats raros e vulneráveis.
Os problemas ligados à água, à poluição atmosférica e aos produtos químicos são uma das grandes preocupações ambientais dos cidadãos. Para os proteger contra as pressões exercidas sobre o ambiente e contra os riscos que ameaçam a sua saúde e o seu bem-estar, a UE adotou medidas com vista a:
A população mundial continua a aumentar. Um número crescente de pessoas vive em cidades, o que coloca problemas ambientais cada vez mais prementes. Serão necessárias mais medidas para:
A UE desempenha um papel crucial nos esforços internacionais para encontrar soluções que garantam um desenvolvimento sustentável a nível mundial.
A política ambiental da UE até 2020 norteia-se pelo 7.º Programa de Ação em matéria de Ambiente, incumbindo a responsabilidade pela realização dos seus objetivos tanto às instituições europeias como aos governos nacionais.