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Qualquer cidadão ou cidadã de um país da UE é também, automaticamente, cidadão ou cidadã da UE. Ser cidadão da UE dá-lhe alguns direitos e responsabilidades adicionais importantes.
Os direitos dos cidadãos da UE estão consagrados no Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia (Artigo 18.º) e na Carta dos Direitos Fundamentais (Capítulo V).
Precisa de ajuda para fazer valer os seus direitos?
Para sensibilizar o público e as autoridades nacionais, a Comissão publica regularmente um relatório sobre a cidadania da UE.
Sínteses da legislação da UE sobre a cidadania da UE
Enquanto cidadão da UE, tem o direito de viver e viajar na UE sem ser objeto de discriminação com base na nacionalidade.
Pode residir em qualquer país da UE, desde que satisfaça determinadas condições, que variam consoante pretenda trabalhar, estudar, etc.
Todos os cidadãos da UE têm o direito de votar e de se apresentar como candidatos tanto nas eleições autárquicas como nas eleições para o Parlamento Europeu no país da UE onde residem, nas mesmas condições que os nacionais desse país.
Qualquer cidadão da UE pode apresentar uma petição ao Parlamento Europeu relativa a uma queixa ou problema de caráter pessoal ou de interesse público. A questão deve ser da competência da UE (ou seja, não ser uma questão decidida a nível local ou nacional) e afetar diretamente o cidadão que apresenta a petição.
Em caso de má administração por parte de uma instituição ou organismo da UE, pode apresentar queixa ao Provedor de Justiça Europeu.
Também pode contactar diretamente as instituições e órgãos consultivos da UE, tendo direito a uma resposta em qualquer uma das 24 línguas oficiais da UE.
Se se encontrar num país que não pertence à UE e necessitar de ajuda mas o seu país não tiver uma embaixada ou consulado nesse país, enquanto cidadão da UE tem direito a proteção consular por parte da embaixada ou consulado de qualquer outro país da UE.
A título de exemplo, pode pedir ajuda em caso de morte, acidente ou doença, prisão ou detenção, crime violento ou repatriação.
Graças à Iniciativa de Cidadania Europeia, pode participar diretamente na definição das políticas europeias, convidando a Comissão Europeia a propor legislação. Cada iniciativa deve ser subscrita, pelo menos, por um milhão de pessoas de, pelo menos, um quarto dos países da UE (atualmente, pelo menos, sete países).
A Carta dos Direitos Fundamentais reúne todos os direitos individuais, civis, políticos, económicos e sociais de que gozam as pessoas na UE.
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As novas regras aplicáveis à iniciativa de cidadania europeia, para as quais contribuíram milhares de cidadãos e organizações de toda a UE, visam facilitar o lançamento de iniciativas de cidadania europeias que pretendem introduzir alterações concretas na legislação da UE e simplificar a recolha de declarações de apoio.