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A UE nem sempre teve a dimensão atual. Em 1951, ano em que se iniciou a cooperação económica na Europa, apenas a Bélgica, a Alemanha, a França, o Luxemburgo e os Países Baixos participavam neste projeto.
Com o passar do tempo, o número de países interessados em fazer parte da UE foi aumentando. Atualmente, a UE é constituída por 27 países. O Reino Unido saiu da União Europeia em 31 de janeiro de 2020.
| Data de adesão | Países |
|---|---|
|
1 de janeiro de 1958 |
Alemanha |
| Bélgica | |
| França | |
| Itália | |
| Luxemburgo | |
| Países Baixos | |
| 1 de janeiro de 1973 | Dinamarca |
| Irlanda | |
| Reino Unido (saiu da UE em 31 de janeiro de 2020) | |
|
1 de janeiro de 1981 |
Grécia |
| 1 de janeiro de 1986 | Espanha |
| Portugal | |
| 1 de janeiro de 1995 | Áustria |
| Finlândia | |
| Suécia | |
| 1 de maio de 2004 | Chéquia |
| Chipre | |
| Eslováquia | |
| Eslovénia | |
| Estónia | |
| Hungria | |
| Letónia | |
| Lituânia | |
| Malta | |
| Polónia | |
| 1 de janeiro de 2007 | Bulgária |
| Roménia | |
| 1 de julho de 2013 | Croácia |
Breve apresentação dos países da UE
O euro (cujo símbolo é: €) é a moeda oficial de 19 dos 27 países da UE. Esses países constituem a chamada área do euro ou, mais informalmente, zona euro.
O espaço Schengen é um dos maiores feitos da UE. Trata-se de um espaço sem fronteiras internas no interior do qual os cidadãos europeus e muitos nacionais de países que não pertencem à UE podem circular livremente, em turismo ou por motivos de trabalho, sem serem sujeitos a controlos fronteiriços. Criado em 1985, este espaço tem vindo gradualmente a crescer, englobando, hoje em dia, quase todos os países da UE e alguns países associados.
Em paralelo com a supressão das fronteiras internas, assistiu-se a um reforço dos controlos nas fronteiras externas comuns, com base nas regras de Schengen, para garantir a segurança de quem vive ou viaja no espaço Schengen.
Lista dos países que fazem parte do Espaço Schengen
A adesão à UE é um processo complexo e demorado. Além de ter de cumprir as condições de adesão, o país candidato tem de aplicar a legislação e a regulamentação europeias em todos os domínios.
Os países que satisfazem as condições de adesão podem apresentar a sua candidatura. Estas condições, conhecidas como «critérios de Copenhaga», implicam a existência de uma economia de mercado livre, de uma democracia estável e de um Estado de Direito, bem como a aceitação de toda a legislação e regulamentação europeias, nomeadamente o euro.
Um país que deseje aderir à UE deve apresentar a sua candidatura ao Conselho, que, por sua vez, solicita à Comissão que avalie a sua capacidade para satisfazer os critérios de Copenhaga. Se a Comissão der um parecer positivo, o Conselho tem de chegar a acordo sobre um mandato de negociação. São então oficialmente abertas negociações durante as quais cada domínio é debatido separadamente.
Dado o grande volume de legislação e regulamentação europeias que cada país candidato tem de transpor para o direito nacional, as negociações requerem bastante tempo. Durante o período de pré-adesão, os países candidatos beneficiam de apoio financeiro, administrativo e técnico.
Países que se encontram na fase de «transposição» da legislação europeia para o direito nacional:
Países candidatos potenciais que ainda não satisfazem as condições para aderir à UE:
Mais informações sobre o alargamento