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© fotolia.com - Kwest

Discriminação: uma realidade mais comum do que se pensa!

A igualdade de tratamento é um direito fundamental na UE, mas a discriminação continua a existir sob variadas formas e nem sempre é fácil de identificar.

É proibida qualquer forma de discriminação com base na idade, deficiência, sexo, raça, religião ou orientação sexual. No entanto, só um terço dos cidadãos europeus estão plenamente conscientes dos seus direitos. É importante, por conseguinte, informar-se sobre os seus direitos e responsabilidades. Quanto mais informado estiver, melhor poderá lutar contra a discriminação.

 

É altura de agir!

A Amnistia Internacional propõe várias possibilidades de participação na luta contra a discriminação na Europa. Pode subscrever ações em linha, comentar o blogue ou tornar-se membro da organização.

Também pode utilizar as redes sociais para ajudar a pôr termo à exclusão das pessoas com deficiência. Acabar com a exclusão incentiva-o a enviar tweets aos responsáveis políticos da UE, a partilhar os seus vídeos preferidos sobre inclusão e deficiência ou a criar o seu próprio vídeo.

 

Formas de discriminação

Existe discriminação direta quando uma pessoa é objeto de um tratamento menos favorável do que outra por qualquer razão irrelevante, como a raça ou origem étnica, a religião ou crença, qualquer deficiência, a idade ou a orientação sexual. Por exemplo, quando o proprietário de uma loja se recusa a contratar pessoas devidamente qualificadas, só por serem de determinada origem racial ou étnica.

Existe discriminação indireta quando regras, critérios ou práticas aparentemente neutros sejam suscetíveis de colocar determinadas pessoas em situação de desvantagem em razão da sua raça ou origem étnica, religião ou crença, deficiência, idade ou orientação sexual, a não ser que essas regras, critérios ou práticas sejam objetivamente justificados por um objetivo legítimo. Por exemplo, quando um estabelecimento comercial que tenha proibido o seu pessoal de usar chapéu enquanto estiver a atender os clientes utiliza esse pretexto para impedir de trabalhar nas suas instalações alguém que cubra a cabeça por motivos religiosos, como é o caso de muitas mulheres muçulmanas.

 

Obter ajuda

Alguma vez foi vítima de discriminação? Saiba onde pode dirigir-se para obter ajuda e aconselhamento.