Percurso de navegação
Estas perguntas foram colocadas e respondidas por um serviço europeu de aconselhamento dos consumidores. Tem mais perguntas?
Contacte o Centro Europeu do Consumidor no seu país.
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SIM - As compras nas lojas francas, por exemplo em aeroportos, destinam-se apenas a não residentes na UE cujo destino seja fora da UE. Os residentes na UE são obrigados a pagar IVA, mesmo quando compram noutro país da UE.
Em certas situações, poderá estar isento de IVA quando compra um automóvel noutro país da UE.
NÃO - Dos actuais 27 países da UE, apenas 17 usam o euro: Alemanha, Áustria, Bélgica, Chipre, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Estónia, Finlândia, França, Grécia, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Malta, Países Baixos e Portugal.
SIM - Dispõe de sete dias para mudar de ideias e cancelar a sua compra
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italiano. Este período aplica-se no caso de compras feitas sem ser numa loja - por exemplo, por telefone, fax, correspondência ou através da Internet. Os sete dias começam a contar a partir do momento em que recebe o produto.
SIM - Quando recebe um produto ou serviço comprado através da Internet, tem sete dias para decidir se fica com ele ou não. No entanto, tenha em atenção que a legislação sobre venda à distância
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italiano não se aplica a leilões ou serviços financeiros em linha, nem a reservas de transportes, alojamento, restauração ou espectáculos.
Só se o vendedor aceitar. Embora tenha sido contactado inicialmente pelo correio, assinou o contrato na loja e, portanto, o contrato é definitivo. Leia atentamente todas as cláusulas do contrato para ver se, e em que condições, pode cancelar a sua encomenda.
SIM - A escolha entre mandar reparar ou substituir um produto com defeito é sua, salvo se a sua preferência for impossível ou desproporcionalmente dispendiosa para o vendedor. Mas se o defeito do produto for menor, como neste caso, optar pela reparação poderá ser a solução mais rápida.
A legislação da UE prevê uma garantia de dois anos
para todos os produtos novos comprados a um vendedor profissional estabelecido na UE. Durante estes dois anos, o vendedor é responsável por qualquer defeito do produto. Deve, portanto, poder utilizar o seu sofá normalmente, sem que surjam quaisquer defeitos.
No entanto, a pele é um material delicado que pode ser danificado facilmente, por exemplo, pelo suor ou pela utilização de produtos de limpeza inadequados. Neste tipo de casos, no momento da compra, o vendedor deve informá-lo de que é necessário um tratamento específico.
A garantia legal é válida por um período de dois anos em toda a UE, dentro de certas condições.
A garantia legal cobre qualquer defeito que se supõe que existisse no momento da entrega e que se torne visível no espaço de dois anos. No entanto, o período crucial são os primeiros seis meses após a compra:
Existem regras específicas da UE
aplicáveis aos produtos comprados a um vendedor que se desloca a sua casa ou ao seu local de trabalho ou que organiza um evento fora das respectivas instalações comerciais habituais.
Verifique as condições de entrega no contrato que assinou. Se o período para entrega previsto no contrato tiver terminado, deve apresentar uma reclamação por escrito ao vendedor. Se este estiver estabelecido noutro país da UE, contacte o Centro Europeu do Consumidor no seu país
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NÃO, NÃO IMEDIATAMENTE - Ao abrigo da legislação da UE, o vendedor é obrigado dar-lhe a possibilidade de escolher entre a reparação ou a substituição do seu televisor. Se ambas as soluções se revelarem impossíveis (por exemplo, se forem irrazoavelmente morosas ou dispendiosas para o vendedor), pode pedir o reembolso.
Depende de qual dos dois tipos de garantias do produto
pretende invocar: a garantia legal ou a garantia comercial.
A garantia legal é vinculativa para o vendedor. É válida durante dois anos e aplicável a produtos comprados na UE.
O vendedor ou o fabricante podem igualmente oferecer uma garantia comercial, cujos termos e condições são explicados no contrato. Os termos da garantia comercial poderão ser mais vantajosos para si do que os da garantia legal. Mas a garantia comercial não substitui a garantia legal de dois anos. Se comprou um produto e lhe deram uma garantia comercial de um ano para o mesmo, pode sempre invocar a garantia legal para, em caso de problema, obter uma compensação do vendedor nos dois anos a seguir à compra.
Nos termos da legislação da UE
, dentro da garantia legal de dois anos, a reparação ou substituição de produtos defeituosos é gratuita para o consumidor, incluindo os custos com os portes de envio. Assim sendo, em princípio, o vendedor deve pagar todos os portes (correspondentes ao envio da máquina para o vendedor e ao posterior envio da máquina reparada pelo vendedor).
No entanto, o vendedor pode querer examinar a máquina para comprovar que ela tinha defeito quando a vendeu. Neste caso, poderá ter de pagar a devolução da máquina e pedir o reembolso das despesas de envio se o vendedor concordar que a máquina tem defeito.
Quando faz compras em linha, tem os mesmos direitos que quando faz compras numa loja:
Verifique as condições de venda e a política de devoluções no sítio da Internet do vendedor. Contacte-o, explique o problema e peça uma solução. Se não conseguir uma resposta satisfatória e o vendedor estiver estabelecido na UE, pode contactar o Centro Europeu do Consumidor
English no seu país.
Nos termos da legislação da UE
, os produtos têm de corresponder à descrição do vendedor, estar aptos para o fim a que se destinam e apresentar uma qualidade e funcionamento satisfatórios.
Se tiver o recibo de compra com os dados do vendedor deve contactá-lo, explicar-lhe o problema e pedir a reparação ou a substituição da máquina fotográfica. Se isso não for possível, deve pedir o reembolso.
Se não obtiver uma resposta satisfatória do vendedor, pode contactar o Centro Europeu do Consumidor do seu país
English ou do país onde fez a compra.
A garantia a que o vendedor se refere é a garantia comercial que o fabricante dá ao seu computador. Essa garantia é diferente da garantia legal, que é vinculativa para o vendedor e que tem a duração de dois anos.
Se o vendedor aceitar que o seu computador tem defeito, é obrigado a repará-lo ou a substituí-lo gratuitamente. A ele cabe depois resolver a questão com o fabricante.
O período de dois anos começa a contar no dia em que toma posse do produto. Se entrou numa loja e saiu com o produto, a garantia começa nesse dia. Se pagou o produto e este lhe foi depois entregue, o período de dois anos começa a contar a partir da data da entrega.
Convém, portanto, guardar sempre os recibos de compra e os comprovativos de entrega.
NÃO - Nos termos da lei, o vendedor tem de fornecer um mínimo de informações no seu sítio na Internet para que possa ser contactado em caso de problemas. Entre essas informações deve constar o nome da empresa, o seu número de registo, a sua localização física (e não apenas uma caixa postal), o endereço electrónico e o número de telefone.
NÃO - Embora o período de reflexão de sete dias aplicável às compras em linha ainda não tenha decorrido, ao descarregar as músicas adquiriu um serviço e já o usou. Não pode cancelar um serviço que já começou a ser prestado com o seu consentimento.
NÃO - Apesar de dispor de um período de reflexão de sete dias durante o qual pode cancelar compras feitas através da Internet ou de outros métodos de venda à distância
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italiano (como por telefone ou por correspondência), há excepções para reservas de férias, viagens, alojamento e espectáculos. Neste tipo de compras em linha, o vendedor não é obrigado a reembolsar o comprador se este cancelar uma encomenda.
Contudo, ao abrigo das condições de venda, poderá ter direito a cancelar e receber um reembolso parcial ou integral. Leia atentamente todas as cláusulas do contrato para ver se assim é.
SIM - Dispõe de sete dias para mudar de ideias e cancelar a sua compra
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italiano. Este período aplica-se no caso de compras feitas sem ser numa loja - por exemplo, por telefone, fax, correspondência ou através da Internet. Os sete dias começam a contar a partir do momento em que recebe o produto.
NÃO - O vendedor é responsável pela entrega da sua compra. Cabe ao vendedor contactar o serviço de entregas e provar que o produto foi entregue. Se o vendedor não o conseguir provar, tem de voltar a enviar o produto ou proceder ao reembolso.
Se um produto encomendado não for entregue dentro de 30 dias, pode cancelar a encomenda. Se já pagou, o vendedor é obrigado a reembolsá-lo no prazo de 30 dias.
SIM - Quando faz uma compra em linha, dispõe de sete dias após a recepção do produto para decidir se quer ou não ficar com ele. Não precisa de dar qualquer explicação. Basta informar o vendedor que quer cancelar a encomenda - ele é obrigado a dar-lhe o reembolso. O reembolso inclui todas as despesas que pagou para que o produto lhe fosse entregue.
No entanto, cabe-lhe a si pagar as despesas de envio do produto não desejado ao vendedor.
Tenha ainda em atenção que a legislação sobre venda à distância
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italiano não se aplica a leilões ou serviços financeiros em linha, nem a reservas em linha de transportes, alojamento, restauração ou espectáculos.
Tem os mesmos direitos enquanto consumidor que teria se tivesse comprado a impressora numa loja, i.e. uma garantia de dois anos no caso de produtos novos.
Se a sua impressora avariou no prazo de seis meses após a data de entrega, contacte o vendedor. Ele tem de reparar ou substituir a sua impressora ou reembolsá-lo se o reembolso ou a substituição for impossível. Depois de seis meses, cabe-lhe a si provar que não causou a avaria do equipamento, o que pode não ser fácil.
NÃO - O vendedor é responsável pelo transporte da sua compra. O vendedor tem de reparar ou substituir a sua guitarra ou devolver o seu dinheiro.
Quando receber produtos entregues por um serviço de correio, é conveniente verificar o seu estado na presença da pessoa que faz a entrega, para que não haja dúvidas de que os danos foram feitos antes de os artigos estarem na sua posse.
Quando faz compras em linha, tem os mesmos direitos que quando faz compras numa loja:
Verifique as condições de venda e a política de devoluções no sítio da Internet do vendedor. Contacte-o, explique o problema e peça uma solução. Se não conseguir uma resposta satisfatória e o vendedor estiver estabelecido na UE, pode contactar o Centro Europeu do Consumidor
English no seu país.
Quando compra um produto a um particular, não tem direito a cancelar a compra após a recepção nem beneficia das garantias legais que tem quando compra a um vendedor profissional.
Neste caso, apenas pode contar com a informação que obteve no momento da compra. Se o produto que comprou não corresponder ao anunciado, pode devolvê-lo e pedir a devolução do dinheiro.
Não hesite em pedir informações pormenorizadas a um vendedor particular para evitar surpresas desagradáveis!
Os sítios de leilões têm várias diferenças importantes em relação às lojas em linha:
Quando faz uma compra num leilão na Internet, não está automaticamente protegido pela legislação sobre venda à distância
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italiano. Os leilões são especificamente excluídos da legislação da UE nesta matéria, embora alguns países tenham alargado a legislação sobre venda à distância de modo a incluir os leilões na Internet.
Se comprar bens a particulares e não a uma empresa, como muitas vezes acontece nos leilões em linha, a transacção não está coberta pela legislação em matéria de direitos do consumidor
. Uma transacção com um "consumidor" envolve a compra de bens ou serviços por um particular a um vendedor no exercício da sua actividade comercial ou profissional, em oposição a uma compra entre dois particulares.
No entanto, todos os leilões em linha conceituados oferecem um certo nível de protecção, para além de conselhos variados sobre como fazer compras de forma segura no seu sítio.
NÃO - Nos termos da lei, o vendedor tem de fornecer um mínimo de informações no seu sítio na Internet para que possa ser contactado em caso de problemas. Entre essas informações deve constar o nome da empresa, o seu número de registo, a sua localização física (e não apenas uma caixa postal), o endereço electrónico e o número de telefone.
Quando faz uma compra em linha, tem de dar ao vendedor uma série de informações pessoais (normalmente o seu nome, morada e dados bancários). No entanto, o sítio na Internet tem de indicar o nível de protecção que é dado aos seus dados pessoais.
O sítio na Internet é obrigado a dar-lhe a opção de não aceitar a recolha de dados e de dizer que não quer que as suas informações de contacto sejam usadas para outros fins para além da transacção em questão. Regra geral, isso é feito assinalando um espaço previsto para o efeito no formulário de encomenda.
Enquanto residente na UE, pode comprar bens e serviços em qualquer parte da UE. No entanto, os bancos são livres de decidir se autorizam a abertura de uma conta bancária.
Atenção ao que ter uma conta bancária no estrangeiro pode implicar para si na prática. Por exemplo, alguns empregadores podem insistir que tenha uma conta num banco local para a qual possam transferir o seu salário. Ou o banco francês no qual está interessado pode insistir que tenha uma morada local.
Pode ser necessário deslocar-se pessoalmente ao banco para abrir a conta e fazer prova da sua identidade. Algumas transacções bancárias comuns podem ser mais demoradas se a sua conta bancária for no estrangeiro e pode tornar-se mais difícil apresentar uma queixa.
SIM - Se levantar dinheiro numa moeda que não seja o euro, os bancos envolvidos na transacção podem cobrar a operação.
Quando levanta dinheiro em euros noutro país da UE, o banco não lhe pode cobrar mais do que cobraria se essa operação tivesse lugar no seu país.
SIM - As empresas podem aproveitar as vantagens do mercado único da UE para criar fundos de pensões noutro país da UE. Essa opção pode significar uma poupança de custos para a empresa e eventualmente uma reforma superior para si.
Os fundos de pensões, independentemente de estarem localizados no seu país ou noutro país da UE, obedecem a regras prudenciais rigorosas de modo a garantir um elevado nível de segurança. As regras da UE em matéria de investimento, por exemplo, exigem que os fundos de pensões invistam o dinheiro dos seus clientes no melhor interesse destes.
O seu banco não lhe pode cobrar mais pela transferência de dinheiro para uma conta num outro país da UE do que lhe cobraria por uma transferência entre duas contas no seu país.
No entanto, as comissões bancárias sobre os vários tipos de pagamentos variam de instituição para instituição. O único requisito legal é que uma comissão sobre uma transferência para outro país da UE não pode ser superior à comissão cobrada sobre o mesmo tipo de transferência dentro do país (até um montante inferior a 50 000 euros).
Se tiver uma conta bancária denominada em euros e utilizar uma caixa automática / ATM para levantar euros noutro país da UE, não pagará mais por isso do que paga quando levanta dinheiro no seu país.
Se levantar dinheiro numa caixa automática / ATM sem ser em euros (se for em coroas dinamarquesas, libras esterlinas ou outra moeda), terá de pagar a respectiva comissão.
Uma transferência bancária internacional dentro da UE num montante inferior a 50 000 euros não custa mais do que uma transferência entre duas contas de bancos diferentes dentro do mesmo país.
Deste modo, a sua transferência bancária para o vendedor alemão não lhe custará mais do que se fizesse o mesmo pagamento para uma conta bancária na Bélgica. Certifique-se de que fornece ao seu banco os códigos BIC e IBAN da conta bancária do vendedor. Caso contrário, o seu banco poderá cobrar-lhe uma comissão adicional.
A decisão de aceitar ou não um pedido de crédito hipotecário é uma decisão comercial tomada pelos bancos da UE com base no perfil de risco do empréstimo proposto.
Os bancos não podem discriminar um cidadão da UE com base na sua nacionalidade. No entanto, é normal que tenha mais dificuldades em obter um empréstimo hipotecário se o país onde vive ou onde tem o seu rendimento não for o mesmo onde o imóvel a ser hipotecado se encontra localizado.
NÃO NECESSARIAMENTE - Em muitos países da UE, o seguro de título e o seguro de protecção jurídica são distintos. Pode ter de subscrever outro seguro para cobrir as despesas judiciais.