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Comissão Europeia

Declaração

Bruxelas, 16 de Outubro de 2014

Dia Mundial da Alimentação: Declaração conjunta dos Comissários Andris Piebalgs (Ajuda ao desenvolvimento) e Kristalina Georgieva (Ajuda humanitária)

O Dia Mundial da Alimentação, que hoje se celebra, é uma oportunidade para refletir sobre a forma como a ajuda da União Europeia está a atenuar o maior problema do mundo com solução: a fome. Num momento em que estamos prestes a passar as pastas da ajuda humanitária e do desenvolvimento para a próxima Comissão Europeia, justifica-se fazer um balanço do que foi alcançado e do que ficou por fazer.

A erradicação da pobreza extrema e da fome é o primeiro dos Objetivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM). A menos de 500 dias do prazo fixado para o cumprimento dos ODM há que redobrar os nossos esforços.

Em 2009, o número de pessoas afetadas pela fome no mundo atingiu o valor crítico de mil milhões. Desde então, este número diminuiu para 805 milhões, o que significa que uma em cada nove pessoas no mundo vive com fome. Mas 805 milhões de pessoas continuam a ser demasiadas pessoas. Não obstante, os números mostram que a comunidade internacional, na qual se inclui a UE, está a avançar na direção certa.

A Europa ajuda a alimentar as pessoas com fome no mundo e ajuda-as a alimentar-se pelos seus próprios meios: graças à generosidade dos nossos cidadãos; através de uma maior interligação entre ajuda humanitária, reabilitação e ajuda ao desenvolvimento; através das nossas parcerias com organizações como a UNICEF, o Programa Alimentar Mundial, a Organização para a Alimentação e a Agricultura e outras cuja missão é pôr termo à fome.

Na frente política, estamos a envidar medidas para que a União Europeia fale a uma só voz, e com determinação, na cena internacional e a procurar maximizar o valor de cada euro gasto na luta contra a fome.

A União Europeia continuará a desempenhar um papel de liderança em matéria de segurança alimentar e nutricional: para os milhões de crianças com menos de cinco anos de idade em risco de subnutrição, para as pessoas afetadas pelos conflitos na Síria, na República Centro-Africana, no Sudão do Sul, no Mali e na Somália e para aqueles cuja subsistência está em risco devido ao impacto crescente das alterações climáticas.

Temos de fazer mais e vamos fazê-lo. Nos próximos sete anos, a segurança alimentar e nutricional e a agricultura serão uma prioridade da nossa cooperação com mais de 60 dos nossos países parceiros.

Isto significa centrar os nossos esforços nos países que registam maiores atrasos e utilizar os mecanismos de financiamento mais eficazes para reduzir a mortalidade relacionada com a fome e a subnutrição, tais como a Facilidade Alimentar da UE, que já permitiu ajudar quase 60 milhões de pessoas. Vai ser também necessário promover o desenvolvimento agrícola sustentável e, a longo prazo, aumentar a resiliência dos mais vulneráveis, com base no excelente trabalho já realizado pelas iniciativas SHARE e AGIR.

Erradicar a fome é uma luta que podemos e temos de vencer.

Contactos :

Alexandre Polack (+32 2 299 06 77)

Maria Sanchez Aponte (+32 2 298 10 35)

David Sharrock (+32 2 296 89 09)

Irina Novakova (+32 2 295 75 17)

Para o público: Europe Direct por telefone 00 800 6 7 8 9 10 11 ou por e­mail


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