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Comissão Europeia

Comunicado de imprensa

Bruxelas, 20 de dezembro de 2013

Estamos rodeados de soluções contra as alterações climáticas

Imagine a possibilidade de aquecer espaços públicos utilizando energia limpa gerada pelo movimento de circulação de pessoas. E imagine elevadores domésticos movidos a energia solar, comida produzida com o mínimo de recursos de água e de energia e ainda tecnologias que permitam verificar o impacto ambiental do seu cesto de compras...

Se isto soa a ficção científica, pense de novo. Estas são apenas algumas das soluções respeitadoras do clima descobertas através da campanha da Comissão Europeia «Um mundo que me agrada, com um clima de que gosto», que chega hoje ao fim.

Desde o seu lançamento em outubro de 2012, esta campanha à escala da UE, convidou os cidadãos, as empresas e as organizações de toda a Europa a partilhar as suas melhores soluções contra as alterações climáticas. Centrada em cinco domínios - transportes e viagens, construção e modo de vida, produção e inovação, compras e alimentação e reutilização e reciclagem —, a campanha encontrou um manancial de soluções inovadoras e eficazes em termos de custos, que mostram a forma como os europeus realizam a ação climática no seu dia-a-dia.

A Comissária Europeia responsável pela Ação Climática, Connie Hedegaard, declarou: «Têm-se multiplicado por toda a Europa ideias criativas e projetos concretos para uma sociedade hipocarbónica. Estes demonstram que a ação climática pode poupar dinheiro, criar emprego e gerar crescimento. Cabe-nos agora a nós fazer destas soluções a regra e criar um mundo que nos agrade, com um clima de que gostamos!»

Uma parte fundamental da campanha foi o concurso «Um mundo que me agrada», um desafio que apelou aos espíritos criativos em toda a UE a testar as suas inovações hipocarbónicas. O projeto português «Pastagens Semeadas Biodiversas» foi selecionado como o grande vencedor pela sua solução inovadora na redução das emissões de CO2 e simultâneo melhoramento da resiliência e produtividade dos pastos.

Além do prémio vencedor, o concurso também recompensou uma solução contra as alterações climáticas em cada um dos cinco países da campanha — Bulgária, Lituânia, Itália, Polónia e Portugal. O vencedor búlgaro demonstrou que uma iniciativa comunitária de compostagem pode ajudar a reduzir as emissões de resíduos. Na Lituânia, o estúdio de design vencedor utilizou a sua criatividade para transformar objetos e materiais, que de outra forma teriam sido deitados fora, em bonitas joias e acessórios. Na Polónia e em Itália, os projetos premiados visavam a construção de habitações de baixo consumo energético e de baixas emissões, tornando a vivência ecológica acessível para todos. Por último, mas não menos importante, o projeto «Pastagens Semeadas Biodiversas» foi também o vencedor nacional em Portugal.

A campanha «Um mundo que me agrada com um clima de que gosto» também foi um êxito ao conseguir chegar a milhões de europeus através de uma variedade de canais em linha e tradicionais: um sítio interativo, meios de comunicação social, suporte eletrónico e eventos de imprensa e de campanha em vários Estados-Membros da UE. Esta campanha atraiu mais de 70 000 seguidores nos meios de comunicação social, tendo recebido o apoio de responsáveis políticos de alto nível e de personalidades, incluindo o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, e o ator premiado Colin Firth. Para aumentar o seu alcance, a campanha também contou com a colaboração de 320 parceiros de todos os setores da sociedade.

Contexto

A campanha «Um mundo que me agrada com um clima de que gosto», que decorreu entre outubro de 2012 e o final de 2013, teve por objetivo a promoção de soluções práticas, inovadoras e eficazes em termos de custos para as alterações climáticas.

Esta campanha surgiu no seguimento do «Roteiro de transição para uma economia hipocarbónica competitiva em 2050», que a Comissão apresentou em março de 2011 e na qual se estabeleceram caminhos a percorrer pelos principais setores económicos para reduzir substancialmente as emissões com uma boa relação custo-eficácia. O roteiro mostra que a construção de uma economia hipocarbónica aumentará os investimentos em tecnologias ecológicas e infraestruturas desse tipo, como redes elétricas inteligentes, e reduzirá drasticamente as faturas de importação de petróleo e gás.

A médio prazo, até 2020, a UE pretende reduzir em 20 % as emissões de gases com efeito de estufa, melhorar em 20 % a eficiência energética e aumentar em 20 % a percentagem de fontes de energia renováveis no cabaz energético. Atualmente, as emissões da UE situam-se mais de 18 % abaixo dos níveis registados em 1990.

Para mais informações sobre a campanha «Um mundo que me agrada com um clima de que gosto»:

http://ec.europa.eu/clima/citizens/aworldyoulike/index_en.htm

https://www.facebook.com/EUClimateAction

https://twitter.com/EUClimateAction #worldulike

Contactos:

Isaac Valero Ladron (+32 2 296 49 71)

Mirna.bratoz (+32 2 298 72 78)


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